Resenha:

 
Quando comecei a ler A Força Que Nos Atrai, não posso negar que já comecei a ficar nervosa por ser o último livro da série Elementos. Confesso que amei muito todos os livros e já estou sentindo falta de mais histórias da Brittainy C. Cherry (inclusive, tô doida pra ler seu novo livro: Vergonha!). Mas, vida que segue, então vamos falar sobre a premissa do último volume com todo o carinho que ele merece.
 

“Ar acima de mim, terra abaixo de mim, fogo dentro de mim, água ao meu redor, eu me torno espírito.”

Em A Força Que Nos Atrai, encontramos dois personagens completamente opostos. Lucy tem um jeito meigo, otimista e meio hippie. É uma alma livre, apaixonada pela natureza e sempre disposta a ajudar os outros. No entanto, Lucy tem seus problemas familiares, que incluem uma irmã com câncer, uma outra irmã que mal se falam, uma mãe que já faleceu e um pai que abandonou a esposa e as filhas anos antes. Mesmo com todas essas questões, Lucy tenta se manter uma pessoa positiva e sonhadora. 
 
Do outro lado, temos Graham, um escritor mal-humorado, atormentado pelo passado, grosseiro e que nunca pensou em ter uma família. Porém, tudo muda quando sua esposa, que acaba sendo a outra irmã de Lucy, fica grávida e o abandona. Dessa forma, ele precisa lidar com o fato de que a vida de uma criança depende totalmente dele e, para sua sorte, Graham terá a ajuda de Lucy nessa jornada de ser um pai solteiro. 
 
“Não deveríamos nos sentir dessa forma. Não deveríamos ter nos apaixonado um pelo outro. Ainda assim, a força que nos atraía parecia irresistível.”
 
Com isso, veremos como duas pessoas completamente diferentes uma da outra podem se complementar e encontrar um equilíbrio. A mulher que sente tudo e o homem que não sente nada. A relação de Lucy e Graham nos faz passar raiva muitas vezes, mas também nos deixa aquele quentinho no coração e uma esperança que se entranha na gente, que nos prova que todos temos nossas cicatrizes, mas que, se alguma luz ainda é capaz de entrar por elas, isso significava que podemos nos tornar pessoas melhores. Com o amor, o companheirismo e a confiança, conseguimos nos tornar a melhor versão de nós mesmos.
 

“Cada palavra que você já escreveu torna-se minha nova história favorita.”

Foi um livro muito bonito, com personagens emocionantes e cativantes, inclusive os secundários (uma salva de palmas para o Professor Ollie, que ganhou meu coração!). Adorei acompanhar as mudanças que Lucy provocava em Graham, mostrando que tudo na vida acontece por uma razão, como tinha que ser. Maktub <3
(Pra quem não sabe, tenho essa mesma tatuagem na nuca e a palavra tem um significado muito profundo pra mim, então o livro ganhou muitos pontinhos comigo por trazer o significado dela para o enredo).

 

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